Posts tagged ‘humor’

A eterna busca pelo duplo sentido

Leo Cosendey

Saiu ontem no Grobo:

itagiba

Título infeliz. A primeira coisa que me passou pela cabeça foi algo assim:

itagibade4

Só depois, ao ler a matéria, fui ver que não era. Mais atenção, galera.

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7 - maio - 2009 at 13:18 6 comentários

Superman es ilegal…

Marcelo Valle

Prestem atenção na letra e reflitam! Genial!

(Hablado) ¡Es un pájaro!
¡Es un avión!
No, hombre, ¡es un mojado!
(Cantado) Llegó del cielo y no es un avión.
Venía en su nave, desde Criptón,
y por lo visto, ne es un Americano
sino otro igual como yo, indocumentado.
Así es que Migra, él no debe de trabajar
porque aunque duela, Superman es ilegal.
Es periodista, también yo soy
y no fue el Army, a que camión.
Y aquel es güero, ojos azules, bien formado
y yo prietito, gordiflón y muy chaparro.
Pero yo al menos en mi patria ya marché
con el coyote que pagué cuando cruzé.
No cumplió con el servicio militar,
no paga impuestos y le hace al judicial.
No tiene mica ni permiso pa’ volar.
Y les apuesto que ni seguro social.
Hay que hechar a Superman se esta región
y si se puede, regresarlo pa’ Criptón.
¿Dónde está esa autoridad de emigración?
¿Qué hay de nuevo, Don Racismo, en la nación?
De que yo sepa no lo multan por volar
sino al contrario, lo declaran Superman.
No cumplió con el servicio militar,
no paga impuestos y le hace al judicial.
No tiene mica ni permiso pa’ volar.
Y les apuesto que ni seguro social.
Hay que hechar a Superman se esta región
y si se puede, regresarlo pa’ Criptón.
¿Dónde está esa autoridad de emigración?
¿Qué hay de nuevo, Don Racismo, en la nación?

Los Hemanos Ortiz

19 - abril - 2009 at 2:30 2 comentários

Boça na Bossa

Lucas Bandeira

Normalmente eu acho Hermes e Renato muito chato, mas dessa vez (programa de 2008, claro, o “ano da bossa nova”) eles acertaram em cheio. Hilário

(Só para o caso de alguém não entender: eu adoro bossa nova, mas não é por isso que vou deixar de rir desse vídeo. Ah, e os outros vídeos da série são muito sem graça.)

19 - fevereiro - 2009 at 10:16 1 comentário

Cuide bem do seu bebê

Leo Cosendey

Aproveitando que a maternidade está em alta aqui no CAROÇO (já contamos com uma mamãe e mais duas em breve), recomendo o informativo guia publicado pelo Curiosidades na Net, blogue simpatiquinho contendo principalmente imagens bacanas.

Descoberto no URBe, blogue indicado pelo Lucas.

1 - dezembro - 2008 at 10:46 3 comentários

O ramo de almeirão

Leo Cosendey

Se beber não dirija, dizia a lei, e eu, como cidadão respeitável que tem medo de pau de arara, obedecia. Foi por isso que, depois daquele porre, resolvi voltar de táxi.

— Pra onde? — perguntou o taxista.
— Ah, sei lá — respondi. — Pra qualquer lugar. Nada mais me importa. Minha mulher me trocou por um ramo de almeirão, aquela vaca.
Lá estava o almeirão, nas mãos dela!— Sei bem como isso é. Aconteceu comigo também. Mas sei o que pode te deixar bem melhor.
— O quê?
— Vou te levar num lugar mágico, cheio de cor e música, onde todos voltam a ser crianças e sorriem, cheios de esperância e inocença — o taxista não se dava muito bem com sufixos.

Não respondi. O taxista tinha um brilho cativante no olhar, mas eu estava enjoado demais, então só me recostei. As casas passavam. Os postes piscavam. As putas me mostravam os peitos. Um duende apareceu do meu lado.

— E aí, campeão?
— Sai daqui, coisa do capeta.
— Epa, epa, epa! — o duende era o Juvenal Antena. — Eu justamente vim aqui te avisar de uma situação muito perigosa!
— Que que é?
— Esse lugar pra onde vocês estão indo… é melhor tomar cuidado! É um lugar do barulho, cheio de aventura e confusão, onde tem uma turminha da pesada que vai aprontar todas! — agora o duende era o Narrador da Sessão da Tarde.
— Ah, vai se foder, seu duende.

Aí ele se ofendeu. “Duende é o cacete. Sou um Leprechaun, porra. Da Irlanda. Legítimo.”Isto é um Leprechaun

— Sério mesmo? — eu perguntei.
— Com certeza. Olha aqui, ó — e ele mostrou, no braço, um autêntico selo de procedência irlandesa.

Na mesma hora, pedi para o taxista parar o carro. Meio a contragosto, já que a corrida seria menor, ele encostou no meio-fio. Paguei e descemos, eu e o duende leprechaun, e fomos para um bar beber e falar da vida. Sentamos no balcão, mas ele desistiu bem depressa, assim que viu que não serviam Guinness.

“Brahma me dá dor de cabeça”, foram suas últimas palavras antes de desaparecer numa nuvem de fumaça amarela. Merda de vida, pensei, sempre me tomando meus amigos. Então olhei pro lado e vi, no banco à direita, um saci que tomava uma dose de pinga.

Cheguei mais perto.

— E aí, amigão. Quer conversar? — perguntei.
— Minha vida é uma merda — ele disse. — Todo dia acordo com o pé esquerdo. É por isso que eu bebo.

Juntei-me a ele. Aquela noite foi folclórica.

8 - setembro - 2008 at 16:12 3 comentários

Depois de Zé Pequeno…

Leo Cosendey

seguindo idéia dada pelo grande pai do francisco neste comentário:

4 - setembro - 2008 at 11:31 5 comentários


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